DECLARAÇÃO MUNDIAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS


 

Há mais de quarenta anos, as nações do mundo afirmaram na Declaração Universal dos Direitos Humanos que "toda pessoa tem direito à educação". No entanto, apesar dos esforços realizados por países do mundo inteiro para assegurar o direito à educação para todos, persistem as seguintes realidades:

  •  Mais de 100 milhões de crianças, das quais pelo menos 60 milhões são meninas, não têm acesso ao ensino primário;
  • Mais de 960 milhões de adultos - dois terços dos quais mulheres - são analfabetos, e oanalfabetismo funcional e um problema significativo em todos os países industrializados ou em desenvolvimento: mais de um terço dos adultos do mundo não têm acesso ao conhecimento impresso, às novas habilidades e tecnologias, que poderiam melhorar a qualidade de vida e ajudá-los a perceber e a adpatar-se às mudanças socias e culturais;
  • Mais de 100 milhões de crianças e incontáveis adultos não conseguem concluir o ciclo básico, e outros milhões, apesar de concluí-lo, não conseguem adquirir conhecimentos e habilidades essenciais.


EDUCAÇÃO PARA TODOS: OBJETIVOS


ARTIGO 1. SATISFAZER AS NECESSIDADES BÁSICAS DE APRENDIZAGEM
  • Cada pessoa - criança, jovem ou adulto - deve estar em condições de aproveitar as oportunidades educativas voltadas para satisfazer suas necessidades básicas de aprendizagem. 
  • O enriquecimento dos valores culturais e morais comuns.
  • A educação básica é a base para a aprendizagem e o desenvolvimento humano permanentes, sobre a qual os países podem construir, sistematicamente, níveis e tipos mais adiantados de educação e capacitação.
Educação é um direito de todos
    

 
EDUCAÇÃO PARA TODOS: UMA VISÃO ABRANGENTE E UM COMPROMISSO RENOVADO

ARTIGO 2 .
EXPANDIR O ENFOQUE

Lutar pela satisfação das necessidades básicas de aprendizagem para todos exige mais do que a ratificação do compromisso pela educação básica. É ncessário um enfoque abrangente, capaz de ir além dos níveis atuais de recursos, das estruturas institucionais; dos currículos e dos sistemas convencionais de ensino, para construir sobre a base do que há de melhor nas práticas correntes: 
• universalizar o acesso à educação e promover a equidade:
• concentrar a atenção na aprendizagem;
• ampliar os meios e o raio de ação da educação básica;
• propiciar um ambiente adequado à aprendizagem;
• fortalecer alianças.

ARTIGO 3. UNIVERSALIZAR O ACESSO À EDUCAÇÃO E PROMOVER A EQUIDADE

A educação básica deve ser proporcionada a todas as crianças, jovens e adultos. Para que a educação básica se torne eqüitativa, é mister oferecer a todas as crianças, jovens e adultos, a oportunidade de alcançar e manter um padrão mínimo de qualidade da aprendizagem. Um compromisso efetivo para superar as disparidades educacionais deve ser assumido. As necessidades básicas de aprendizagem das pessoas portadoras de deficiências requerem atenção especial.

ARTIGO 4. CONCENTRAR A ATENÇÃO NA APRENDIZAGEM

A educação básica deve estar centrada na aquisição e nos resultados efetivos da aprendizagem, e não mais exclusivamente na matrícula.

ARTIGO 5. AMPLIAR OS MEIOS  E O RAIO DE AÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA

Instrumentos que favorecem a aprendizagem



A diversidade, a complexidade e o caráter mutável das necessidades básicas de aprendizagem das crianças, jovens e adultos, exigem que se amplie e se redefina continuamente o alcance da educação básica, para que nela se incluam os seguintes elementos:
  •  A aprendizagem começa com o nascimento.
  • A educação fundamental deve ser universal, garantir a satisfação das necessidades básicas de aprendizagem de todas as crianças, e levar em consideração a cultura, as necessidades e as possibilidades da comunidade.
  • As necessidades básicas de aprendizagem de jovens e adultos são diversas, e devem ser atendidas mediante uma variedade de sistemas.
  • Todos os instrumentos disponíveis e os canais de informação, comunicação e ação social podem contribuir na transmissão de conhecimentos essenciais, bem como na informação e educação dos indivíduos quanto a questões sociais.

A interação em sala de aula promove a aprendizagem



ARTIGO 6.  PROPICIAR UM AMBIENTE ADEQUADO À APRENDIZAGEM

A aprendizagem não ocorre em situação de isolamento. Portanto, as sociedades devem garantir a todos os educandos assistência em nutrição, cuidados médicos e o apoio físico e emocional essencial para que participem ativamente de sua própria educação e dela se beneficiem.


ARTIGO 7.  FORTALECER AS ALIANÇAS

Novas e crescentes articulações e alianças serão necessárias em todos os níveis: entre todos os subsetores e formas de educação, reconhecendo o papel especial dos professores, dos administradores e do pessoal que trabalha em educação; entre os órgãos educacionais e demais órgãos de governo, incluindo os de planejamento, finanças, trabalho, comunicações, e outros setores sociais; entre as organizações governamentais e não-governamentais, com o setor privado, com as comunidades locais, com os grupos religiosos, com as famílias.

EDUCAÇÃO PARA TODOS: OS REQUISITOS

ARTIGO 8. 
DESENVOLVER UMA POLÍTICA CONTEXTUALIZADA DE APOIO

1. Políticas de apoio nos setores social, cultural e econômico são necessárias à concretização da plena provisão e utilização da educação básica para a promoção individual e social.

2. A sociedade deve garantir também um sólido ambiente intelectual e científico à educação básica, o que implica a melhoria do ensino superior e o desenvolvimento da pesquisa científica.


ARTIGO 9.  MOBILIZAR OS RECURSOS

1. Para que as necessidades básicas de aprendizagem para todos sejam satisfeitas mediante ações de alcance muito mais amplo, será essencial mobilizar atuais e novos recursos financeiros e humanos, públicos, privados ou voluntários.

2. Cuidar para que haja uma melhor utilização dos recursos e programas disponíveis para a educação resultará em um maior rendimento, e poderá ainda atrair novos recursos. A educação deve ser considerada uma dimensão fundamental de todo projeto social, cultural e econômico.

ARTIGO 10.  FORTALECER A SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL

1. Satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem constitui-se uma responsabilidade
comum e universal a todos os povos, e implica solidariedade internacional e relações económicas honestas e eqüitativas, a fim de corrigir as atuais disparidades económicas.
2. Será necessário um aumento substancial, a longo prazo, dos recursos destinados à educação básica. adoção de medidas que aumentem os orçamentos nacionais dos países mais pobres, ou ajudem a aliviar o fardo das pesadas dívidas que os afligem.
3. As necessidades básicas de aprendizagem dos adultos e das crianças devem ser atendidas onde quer que existam.
4. Todas as nações devem agir conjuntamente para resolver conflitos e disputas, pôr fim às ocupações militares e assentar populações deslocadas ou facilitar seu retorno a seus países de origem, bem como garantir o atendimento de suas necessidades básicas de aprendizagem.

Todos somos iguais perante a lei

          As necessidades básicas de aprendizagem para todos podem e devem ser satisfeitas. Não há modo mais significativo do que este para iniciar o Ano Internacional da Alfabetização e avançar rumo às metas da Década das Nações Unidas para os Portadores de Deficiências (1983-1992), Década Internacional para o Desenvolvimento Cultural (1988-1997), Quarta Década das Nações Unidas para o Desenvolvimento (1991-2000), Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher e Estratégias para o Desenvolvimento da Mulher, e da Convenção sobre os Direitos da Criança. Nunca antes uma época foi tão propícia à realização do nosso compromisso em proporcionar oportunidades básicas de aprendizagem a todos os povos do mundo.



Ambiente...



É um software livre de apoio a aprendizagem, executado num ambiente virtual.

Esse programa permite a criação de cursos on-line, páginas de disciplinas, grupos de trabalho e comunidades de aprendizagem.

O conceito foi criado em 2011, pelo educador e cientista computacional Martin Dougiamas, voltado para programadores e acadêmicos da educação.

Muitas Instituições de ensino (básico e superior) e centros de formação estão adaptando a plataforma os próprios conteúdos, não apenas para cursos totalmente virtuais, mas também como apoio aos cursos presenciais.

Outros setores não ligados a educação como: Empresas privadas, ONGs e grupos independentes que necessitam interagir na internet, também utilizam o Moodle.


Vantagens da aprendizagem em ambientes fechado, como os Moodle:  
ser diversificado, disponibinilizando diversas ferramentas (blog, e-mail, fórum, chat, galeria, diário, etc) e materiais atualizados (vídeos, textos) que contribuem para a aprendizagem; fácil utilização por parte do aluno; permite a interação entre os usuários e a exposição de sua opinião, contribuindo para o debate e troca de informações; permite alterações dos arquivos gerados; possibilitar a aprendizagem de forma assíncrona ou síncrona; possibilita ao aluno gerir o seu próprio tempo/local para o estudo (flexibilidade); as pessoas que participam em um sistema fechado estão alinhadas num mesmo propósito (conforme as atividades propostas); possibilidade de muitas pessoas utilizarem ao mesmo tempo (várias turmas e vários cursos). 

Desvantagens da aprendizagem em ambientes fechado, como os Moodle: 
os materiais disponíveis não poderem ser utilizados abertamente, sendo permitido seu uso somente durante a duração do curso; depender de conexão com a internet (velocidade rápida) para a sua utilização; necessidade de disciplina e organização (gestão do tempo) por parte do aluno, para cumprir as tarefas no prazo estabelecido; empobrecimento na formação de vínculos afetivos entre os envolvidos (professores e alunos); necessidade de conhecimento básico de informática (Microsoft Office) para elaboração de algumas atividades. 

E. M. AUSÔNIO ARAÚJO


A escola Municipal Ausônio Araújo, está situada à Rua Luiz Janilson, número, 367, zona urbana na cidade de Currais Novos, estado do Rio Grande do Norte. A referida escola foi criada pelo Decreto Lei número 420 de 26 de janeiro de mil novecentos e oitenta e três. A escola oferece o Ensino Fundamental do 1º ao 5º ano.
Atualmente a Escola vem enfrentando alguns problemas na sua estrutura física, o que ocasionou a transferência das turmas do 4º e 5º anos para a Escola Estadual Poeta Celestino Alves.
Apesar dos obstáculos enfrentados ao logo do ano letivo pela falta de condições adequadas de trabalho, os profissionais estão fazendo o trabalho educativo acontecer. A união dos professores dos 4º e 5º anos, só vem a confirmar aquela frase: "A união faz a força." 
Apesar das dificuldades, trivial para quem trabalha em Escola pública, estamos conseguindo realizar os projetos planejados e juntamente com os alunos construindo o conhecimento.

ALGUNS MOMENTOS VIVENCIADOS EM 2011.




A UNIÃO FAZ A FORÇA!





Você sabe como surgiu o dia do professor?

         O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.
No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.
Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".

A Internet

Quando se fala em Internet, a primeira imagem que nos vem à mente é a de um espaço virtual onde podemos conversar (bater papo), pesquisar, enviar e receber informações, ensinar e estudar, comprar e vender ou, até mesmo, “navegar a esmo” sem um objetivo específico. Poucos tem ideia de como ela surgiu, porque surgiu e como deve ser usada. Muitos nem fazem questão de ter esse conhecimento, ao contrário, acham até desnecessário; entretanto, é importante que, ao usarmos uma ferramenta desse porte, tenhamos algum conhecimento sobre ela.
A grande rede mundial (World Wide Web – WWW), como nós costumamos chamá-la, iniciou a sua expansão, trocando os antigos protocolos NCP por TCP/IP, no início da década de 80. Essa nova rede estava migrando da antiga ARPANET, sigla da Advanced Research Projects Agency Network do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, precursora da atual Internet. Na década de 70, foi permitido às universidades e outras instituições, que pesquisavam sobre sistemas de defesa nacional, ter seus computadores conectados à Arpanet, a qual, em virtude do seu crescimento, dividiu-se em duas partes: a MILNET (rede militar) e o restante dessa rede passou a existir com o nome pelo qual a conhecemos até hoje – Internet, uma rede de proporções internacionais. Credita-se a Dennis Jennings, na época, responsávelem conduzir o programa intitulado Supercomputador, da Fundação Nacional de Ciência, a decisão de usar o TCP/IP-DARPA, fruto de pesquisa desenvolvida pela DARPA. (Defense Advanced Research Projects Agency).
Atualmente, uma das situações mais discutida e, consequentemente, mais combatida, principalmente nos meios acadêmicos, é o uso indiscriminado e indevido de trabalhos de terceiros sem citação do autor (pirataria). Com o uso dos atalhos Ctrl C e Ctrl V ou das opções copiar, colar, as pessoas se apropriam de trabalhos alheios e os usam como sendo seus.
Outra prática corrente é a proliferação de spam (e-mails não solicitados, que geralmente são enviados para um grande número de pessoas) com assuntos que não dizem respeito e nem interessam à pessoa que os recebe. É uma forma criminosa de invadir a privacidade alheia, pois a caixa de mensagens, ou caixa de correios, (lugar onde se recebem os e-mails) são locais particulares, os quais só devem ser usados entre elementos que possuem afinidades, ou algum tipo de ligação, entre si.
 

Como as tecnologias da informação podem auxiliar no ensino...

As tecnologias da informação têm aplicabilidade em todas as atividades humanas. Na educação, a inserção das tecnologias nas atividades pedagógicas é de fundamental importância, já que a mesma serve como suporte para o trabalho educativo nas escolas. A exemplo disso, temos hoje a internet que encurtou fronteiras e através dela as informações circulam com maior rapidez. Pessoas de todas as partes do mundo trocam informações e experiências, organizam-se em grupos com interesses comuns... Além de facilitar a pesquisa tanto para professores como para os alunos. 
Hoje uma pessoa que não tem acesso a internet, sente-se a margem dessa sociedade imersa em um mundo de informações que a rede proporciona.

PARCERIA DE SUCESSO...

Para que o trabalho educativo aconteça com eficiência e atenda as expectativas dos educandos, algumas parcerias são necessárias. Pensando assim, os 4º e 5º anos da Escola Municipal Ausônio Araújo, firmaram uma importante parceria com a Escola Estadual Poeta Celestino Alves, para realizar uma programação diversificada na semana da criança.
Nesta tarde aconteceu no CAIC, uma ação cidadã onde os alunos participaram de atividades  com: Manicure, hidratação capilar, escovas, maquiagem... Na oportunidade os meninos participaram também de atividades recreativas. 
O projeto "Crianças flores que encantam" terá continuidade amanhã com um campeonato resgatando as brincadeiras de outrora e entrega de medalhas para a turma vencedora. A programação se estende até a próxima semana, culminando com uma manhã de lazer na AABB (Associação Atlética Banco do Brasil).